segunda-feira, 28 de novembro de 2011

sonhos ao acaso

Há um tempo. Para ser mais exata oito meses e seis dias, nascia um post, como tantos outros que escrevo, sem muita pretensão. Apenas conectei palavras ao que eu estava pensando. Coisa difícil, porque minha mente é uma viagem, minhas postagens nem sempre fazem sentido, mas aquela chamou a atenção por algum motivo.
Desde quando comecei com este blog, jamais tive grandes pretensões, nem imaginei o que pudesse acontecer, se poderia virar livro ou se poderia virar música, mas foi o que aconteceu. Para ser sincera, eu não faço a mínima ideia no que estava pensando ou o que me motivou a escrever aquilo. Não me lembro do momento, eu apenas escrevi.
As coisas que mais me motivam a escrever são a tristeza, o desolamento, a solidão, a melancolia ou até mesmo a felicidade, depende do dia, da hora, do amor ou do rancor. Então, com certeza, um desses eu estava sentindo ou vivendo.
Quando o Erik Rizzato, amigo de longa data (da época em que eu brincava de vender discos, e me divertia conversando com quem gostava de música, assim como eu) resolveu musicar aquele post, fiquei feliz e um pouco apreensiva, já que eu nunca esperei que isso algum dia pudesse acontecer. Ele me enrolou até bem (haha!) para me enviar a música gravada, mas mesmo com a qualidade de áudio não muito boa (foi gravada em uma câmera digital) já aprovei na hora. Mas antes disso, foram inúmeros e-mais, bate-papo no Facebook, até chegarmos a uma conclusão sobre a letra final, já que eu não fiz uma letra de música, fiz um poema que por ventura transformou-se em música. E ficou linda. Depois de criada, pensamos em alguns nomes, mas o que me veio primeiro na cabeça foi o que ficou: "sonhos ao acaso". Lindo né? Eu gostei demais.
E agora vejo sua evolução. Daquela primeira versão, agora já registrada ao vivo com toda a trupe da banda Jokie.
Assim como o Erik, eu acredito demais nesta música, estou extremamente feliz com o resultado e espero que ela dê sorte à banda. Que todos possam encontrar seus sonhos ao acaso.

Acesse o link abaixo e ouça a música:

https://soundcloud.com/bjokie/jokie-sonhos-ao-acaso
Agora só falta fazer o videoclipe. Eu já estou lotada de ideias.
Até breve.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

vivo um sonho intranquilo.
pensava antes ser fácil vivê-lo, fazê-lo acontecer.
mas o momento é de confusão. me sinto em uma encruzilhada.
espero que tudo passe rápido, que tudo se resolva rápido.
se dependesse só de mim, estaria tudo ótimo.
se eu precisasse somente me agradar, estaria tudo ótimo.
o problema é ter de agradar ao mundo, e me preocupar com cada reação.
vivo um momento de mudanças. ano que vem, 2012, um ciclo se fecha.
viverei eu, enfim?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

música. está aí algo que nasci amando.
não sei por qual motivo, mas é o que me faz pensar, sentir e em alguns momentos agir.
é o que me inspira quando corro, quando sorrio, quando acordo e até mesmo quando durmo.
quando penso, penso antes na música, no movimento que ela proporciona.
a música nasceu em mim, ou melhor, eu nasci com a música em mim.
minha frustração é não ter talento para produzir o que gosto de ouvir.
mas só de gostar e poder pesquisar sobre isso, já me sinto feliz.
conversar sobre música é uma terapia.
escrever sobre música é um alento para minha alma. assim como ouvi-la.
gosto de muitos tipos de música. não gosto de poucas, que na maioria das vezes a maioria das pessoas gostam.
normal. as vezes pareço estranha ouvindo coisas que ninguém conhece, mas é assim que me sinto bem.
do norte ao sul, amo a música brasileira. prefiro o rock inglês. e duas ou três bandas norte-americanas.
mas a música do brasil é a melhor do mundo. começando em minas. até na bahia. são paulo. curitiba.  brasília.
queria conhecer uma banda de rock do acre, de roraima ou do amazonas. não conheço.
está aí, anotado na pauta de pesquisas musicais.
se alguém souber de alguma me indiquem, ficarei grata.

bom, por hoje é isso.
até breve.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

o tempo atemporal.

presente. passado e futuro.
palavra. memória. traço.

as marcas fazem parte da vida, do caminho. cada uma tem uma história, e são elas que nos fazem, que nos mantêm, neste inócuo lugar em que nos encontramos. neste emaranhado de ideias sem fim.

o tempo é infinito, ao contrário de certas crenças, viveremos eternamente em nossas crônicas, sejam elas boas ou más, estaremos ali, presentes dentro de cada partícula, de cada fraguimento, de cada detalhe, adentro.
adentro no mundo insone, no mundo finito, sem esperança. sem prumo.


juventude e liberdade. o tempo é escravo. não. somos nós escravos do tempo.
mas esqueça.
apenas viva.