sábado, 11 de agosto de 2012

daquelas vontades antigas, debaixo do pé de manga.
a cada fruta que caia, corria um sonho.
a cada sonho que fugia, sumia a lágrima.
uma única gota, salgada.
nada mais, daquele tempo, ressurge.
tudo se finda num pedaço de papel branco.
ontem, tinha algodão doce no céu.
pude ver nas nuvens.
as lágrimas deixaram de ser ruins.



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